updated 12:36 AM UTC, Aug 15, 2017

Oficina PNAF do Rio de Janeiro é marcada pela diversidade

Nos dias 18 e 19/09 aconteceu no Rio de Janeiro a Oficina Nacional de Assistência Farmacêutica.

Participaram da atividade promovida pela Escola Nacional dos Farmacêuticos e pela Fenafar, além de profissionais farmacêuticos, representantes do controle social, principalmente do segmento de usuários, demais profissionais de saúde e gestores de saúde.

“Nós tivemos um público bem representativo e heterogêneo, com presenças da capital e interior, usuários e profissionais de saúde. A oficina foi um espaço muito importante para a troca de experiências”, avaliou Wendell Torres de Cerqueira, diretor suplente da Fenafar e coordenador da Oficina PNAF do Rio de Janeiro.

A riqueza da oficina PNAF do Rio de Janeiro é resultado de uma atividade que conseguiu mobilizar uma grande variedade de atores sociais envolvidos na Assistência Farmacêutica, de profissionais a gestores. Entre os profissionais pode-se destacar a participação de agentes de saúde, aposentados, assistentes sociais, sociólogos, auxiliares administrativos, conselheiros, professores, pedagogos, estudantes, fisioterapêutas, fonoaudiólogos, entre outros.

Os participantes vieram de vários municípios do Estado: Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Bonsucesso, Campo Grande, Niterói, Campos dos Goytacazes, Teresópolis, Maricá, Tanguá, Duque de Caxias, Bento Ribeiro, Macaé, Rio Bonito, Saquarema, Belford Roxo, Três Rios, Porto Real, Paracambi, Barra Mansa, Itaperuna, Volta Redonda, Miracema, Paraíba do Sul, Seropédica.

O ato de abertura da Oficina contou com a presença de Célia Chaves, representando a Escola Nacional dos Farmacêuticos, Alexandre Magalhães, diretor da Fenafar, do presidente do CRF/RJ - Marcos Athila, de Silvio Machado representando o CFF; do diretor do Sindicato dos Farmacêuticos do Rio de Janeiro Sergio Fernandes; de Giovanni Farenzelli, representante o Secretário Municipal de Saúde, Daniel Soranz; de Anderson Lourenço da Silva, coordenador de Assistência Farmacêutica do Estado e de Dulcemary Silva Serra, do Conselho Municipal de Saúde de Nova Iguaçu.

“Quando a gente fala em Política de Assistência Farmacêutica, as pessoas têm uma visão apenas do setor público, ou seja que ela se aplica apenas no setor público. Mas, quando começamos a compreender a política, percebemos que o setor privado também está inserido. Isso chamou muita a minha atenção durante os debates da oficina. Havia muitas pessoas do setor privado que ainda não tinham se integrado dentro da política. A oficina vai ter uma impacto direto e imediato, porque irá se refletir na atuação destes profissionais, que levarão a política para a sua atividade profissional com mais nitidez”, avalia Wendell.

A diretora da Fenafar, Débora Melecchi avaliou que a atividade foi ótima. “O trabalho nos grupos foi excelente, as contribuições de todos foram muito ricas e resultaram num produto de qualidade. As análise da política feita pelos participantes foi muito aprofundada. Foi unânime a opinião de que esta metodologia é inclusiva. E portanto permite a participação de todos”, disse.

O coordenador da oficina agradeceu a Escola dos Farmacêuticos e a Fenafar por terem levado uma edição da Oficina PNAF para o Rio de Janeiro. “Isso criou uma perspectiva de estarmos fazendo reuniões periódicas, nos moldes da oficina, para dar continuidade aos debates, monitorar os avanços e ajustar a política a nossa realidade”, concluiu Wendell Cerqueira.

Última modificação emDomingo, 11 Junho 2017 13:40