updated 1:07 PM UTC, Dec 6, 2019
  • Com uma atuação marcada por quebra de patentes, distribuição de medicamentos e combate à homofobia, o Brasil se consolidou como referência internacional em políticas públicas de enfrentamento à epidemia de HIV/Aids ao longo dos anos 1990 e 2000. Essa trajetória foi analisada pelos historiadores Marcos Cueto e Gabriel Lopes, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz). Na entrevista eles alertam para as ameaças que o retrocesso nestas políticas podem trazer para o país. 

  • Em 1999, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu, no dia 25 de novembro, o Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre a Mulher. Essa data foi escolhida para homenagear as irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que combatiam fortemente o regime ditatorial de Rafael Leônidas Trujillo, na República Dominicana, sendo assassinadas pelo governo extremista.m 1999, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu, no dia 25 de novembro, o Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre a Mulher.

  • A EC 95/2016, que congelou investimentos em saúde, foi duramente criticada durante o debate. Questões como a falta de investimento, queda de recursos orçamentários e falta de concorrência e transparência foram levantadas na audiência pública desta terça-feira (22) que debateu, na Comissão de Direitos Humanos (CDH), o alto preço de medicamentos.

  • Tomou posse, no dia 28 de agosto, a nova diretoria da Escola Nacional dos Farmacêuticos. As eleições ocorreram dia 16 de agosto e contou com a participação de 25% dos farmacêuticos filiados. A chapa única "Educação Farmacêutica: Resistir é Preciso!" foi eleita para conduzir a escola para o triênio 2019-2022. A farmacêutica Silvana Nair Leite foi reconeduzida na coordenação geral da Escola.